Olá! Tudo bem? Esse blog faz parte da Chakalat.net e esse post fala sobre Tabagismo x produtividade das empresas.

Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas em Economia e Negócios, no Reino Unido, mostrou que as pausas feitas pelos trabalhadores para fumar durante o horário do expediente pode gerar cerca de US$ 14,5 bilhões por ano em custos às empresas do país.
O levantamento coloca em evidência um assunto que afeta não só o faturamento das organizações, mas também a saúde dos profissionais que fumam – o fumante britânico, por exemplo, faz em média quatro pausas para fumar durante o dia, com duração de cerca de 10 minutos cada uma.
No Brasil, atualmente, as empresas oferecem diversos programas para estimular hábitos saudáveis e até mesmo com foco direto no combate ao tabagismo – palestras de conscientização e grupos de corrida são bons exemplos desta prática.
“Cabe à organização compactuar com o tema, até porque a maior beneficiária será ela mesma. Além da questão da produtividade, pode melhorar qualidade de vida dos funcionários e reduzir o absenteísmo e custos com saúde.
Locais para fumar
As leis antifumo ganham cada vez mais evidência, os chamados fumódromos são colocados em locais que dificultam a prática do tabagismo e a própria sociedade como um todo vê com maus olhos quem ainda fuma. A soma destes fatores faz com que os profissionais fumantes reflitam sobre seu vício.
“De certa forma, faz o fumante pensar em como sua prática prejudica também os colegas que não fumam. Este certo isolamento funciona como um fator social que pode inibir o tabagismo”, opina Mauro Felix, coordenador do curso de Gestão em RH, do Centro Universitário Celso Lisboa.
Manter e contratar fumantes
Não recrutar uma pessoa exclusivamente porque ela fuma caracteriza preconceito. Porém, de forma velada, algumas áreas já ponderam a questão do fumo na hora de contratar um profissional, muito por conta dos intervalos para fumar. Pausas quebram rotinas, processos e a produtividade em si, principalmente em setores que exigem análises mais estratégicas para as companhias.
Quando passam por um processo seletivo, muitos profissionais acabam omitindo a informação de que fumam para não serem possivelmente eliminados, o que Sônia Norões considera um erro: “Tudo que possa transparecer no dia a dia e impacta no ambiente de trabalho deve ser falado na entrevista. Descobrir que determinada pessoa fuma só depois que é contratada é pior, pois há a quebra de confiança”.
Espero que você tenha gostado da nossa abordagem.
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